Viva o amor com dignidade


Interessante a forma como Deus fala conosco e que traz ao nosso coração respostas, como um conta-gotas. 

Como Ele é lindo e perfeito! Como Sua vontade é boa, perfeita e agradável.

Na oportunidade trago as palavras abaixo da Iyanla Vanzant, que tão lindamente Deus trouxe essa noite ao meu coração e ratificam aqui, bem dentro da minha alma, a sequência da visão que Deus trouxe ao meu coração nesses últimos dias para minha história e que Ele mandou eu registrar...

"Nada nos faz aprender mais a respeito de nós mesmos e da vida do que os relacionamentos. Falo por mim: aprendi a ser muito grata a meus professores/amantes/parceiros pelas lições que me ensinaram a respeito do medo, da raiva e da carência que eram frequentemente camuflados como amor.

Durante o processo, aprendi como cuidar dos meus próprios problemas. 
O problema de amar a mim mesma e de ficar emocionada comigo.
Aprendi a voar sozinha.

O que você está passando em um relacionamento amoroso irá aparecer, em todas as outras áreas da sua vida. Você não pode desligar os canais do seu cérebro e do seu coração como se fossem canais de televisão nos quais o programa do canal dois não tem nada a ver com o do canal dez. Os vários canais de nossas vidas são interligados e interdependentes.

Tive que trabalhar muito duro para tornar-me consciente de mim e para me aceitar do jeito que sou ao longo dos anos.

Tive que peneirar e descartar várias crenças e ideias a respeito de mim mesma e do amor.

Lentamente, metodicamente, tive que limpar meu coração para me preparar para o verdadeiro amor. Tive que abrir caminho pela bagunça — uma bagunça enorme.

Resolvi exercer minha criatividade, usando novos estilos e cores, inventando um novo padrão de vida que me levou direto das coisas antigas e familiares para o terceiro andar. Era um lugar fantástico, cheio de luz e cores. Finalmente eu conseguia ver com clareza e estava extremamente feliz, porque descobria que o trabalho tinha valido a pena e que eu chegara aonde desejara sempre estar: a um lugar de paz. 

Sentia tanto orgulho de mim mesma que convidei alguns amigos para compartilhar comigo o que eu havia aprendido. Alguns não gostaram da minha casa nova. Era diferente demais, todas as coisas haviam sumido! Eu estava muito diferente, vivendo sem medo! Quiseram ir embora. Por mim, tudo bem!

Pense um pouco na maneira como fomos educados, formados, adestrados. Havia um padrão a ser seguido: nascer, ser vacinado, estudar — de preferência obtendo notas altas —, formar-se, encontrar, junto com um bom emprego, o grande amor de nossas vidas. 

Fomos educados para alcançar resultados e não para valorizar os processos, esses meios-tempos indispensáveis para irmos construindo a auto-estima e a liberdade necessárias para fazermos as escolhas capazes de nos trazer felicidade. 

O meio-tempo é o espaço de aprendizagem em nossas vidas, quando as experiências — quaisquer que sejam — não são objeto de julgamento, mas oportunidades para aprendermos. 

O meio-tempo é o momento em que temos coragem de dizer "não sei": não sei o que estou sentindo, não sei o que fazer, não sei como fazer. Não sei, mas vou descobrir, não vou tomar decisões precipitadas só para escapar da dúvida, porque já fiz isso antes e me dei mal.

Tudo na vida se relaciona com o amor. O amor é o único significado real da vida. 

Estar vivo significa que ocupamos a casa do amor e devemos seguir suas regras. Nem a vida nem o amor exigem que as pessoas desistam de sua dignidade, auto-estima, objetivos de trabalho, programa favorito de televisão ou bom-senso.

Por algum motivo, nem sempre entendemos isso direito. Acreditamos que é preciso desistir de algo para conseguir outra coisa. Acreditamos nisso especialmente em relação ao amor. Não entendemos que o amor é crescimento, é realização de potencial — ser mais quem você é, fazer melhor o que faz, acreditar com mais convicção e tomar mais posse do que tem. Infelizmente, achamos que podemos nos unir a outras pessoas antes de nos unirmos a nós mesmos. Isso é absolutamente impossível. Você não irá receber amor de fora enquanto não for amor por dentro.

A única coisa de que precisamos é amor. 
O amor é nossa paz. 
O amor é nossa alegria, saúde e riqueza. 
O amor é nossa identidade. 

Entramos em um relacionamento procurando o amor, sem perceber que já temos que trazer o amor conosco. Temos que saber quem somos, o que queremos, o que valemos. 

Temos que levar para o relacionamento entusiasmo e respeito por nós mesmos e por nossas vidas. Se conseguirmos fazer isso razoavelmente, poderemos entrar nos relacionamentos dispostos a compartilhar o que possuímos, em vez de temer que alguém nos roube. Compartilhar com alegria, respeito e entusiasmo. É disso que é feito o amor. Quando trazemos essas coisas para um relacionamento, o amor se torna um grande multiplicador e intensifica a experiência da vida. Quando ainda não temos essas coisas, a procura pelo amor nos faz passar por experiências que precisamos ter para descobrir o que é verdadeiro em relação ao amor, e o que não é. Esse processo de descoberta é o que eu chamo de meio-tempo. 

As pessoas não conseguem preencher as nossas necessidades. Podem querer fazê-lo, podem tentar. Podem nos convencer de que são capazes de preenchê-las, mas não é verdade. O que as pessoas podem fazer pelas outras é tornar a necessidade menos urgente.

Finalmente, percebi que existe um comportamento que se repete! Os jogadores são diferentes. Os acontecimentos são diferentes, mas por baixo de tudo existe uma igualdade. Homens e mulheres têm uma tendência para repetir as mesmas coisas quando estão tentando conseguir o que precisam.

(...) Ela descobriu o amor. Amor por ela mesma. Amor pelos outros. 

Entendeu qual a sensação que o amor provoca e qual a sensação quando há ausência de amor. 

Descobriu como encontrar o amor, alimentá-lo e fazer com que dure dentro de você e na sua vida. 

Encontrar o amor e manter nossa dignidade é algo que frequentemente lutamos para conseguir em nossos relacionamentos. 

A experiência vivida nessa luta é o que chamo de meio-tempo.

O amor nos encontra nas circunstâncias mais comuns, no momento mais improvável. O amor cai de surpresa em cima de você, joga os braços em sua volta e transforma toda a sua existência." (Iyanla Vanzant)

Que coisa linda!! Como a Iyanla conseguiu descrever exatamente o que penso acerca de que só existe uma forma de viver o amor: com dignidade!

Não abra mão disso!! 
O amor é nobre e só merece ser vivido com dignidade!

Medite pausadamente em cada uma das palavras que você leu acima.
Que Deus fale ao seu coração, tanto ou mais do que Ele falou comigo.

Sem dúvidas, nesses últimos dias tenho ratificado mais ainda a descoberta do amor por mim e, claro, pelos outros.

Nele que não existe confusão... 

Em paz,
Cris


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O tempo debaixo do céu

Há esperança para o ferido...

Puro Nardo!